MS vive ciclo positivo e atrai investimentos do grupo representado por Roberto Justus

POSTADO EM.: 23 de março de 2026 ...

Campo Grande segue colhendo resultados de um bom momento econômico em Mato Grosso do Sul, com ambiente de negócios mais favorável, chegada de empresas e projetos que se transformam em emprego, renda e mais qualidade de vida. Um exemplo concreto desse movimento é o avanço de tratativas para investimentos no setor da habitação, que podem resultar na construção de pelo menos 5 mil moradias, com início das obras ainda em 2026.

Na manhã de segunda-feira (23), o empresário Roberto Justus e investidores do ramo foram recebidos na Câmara Municipal de Campo Grande pelo presidente da Casa, vereador Epaminondas Neto (Papy), e pelo vereador Dr. Lívio. A reunião também contou com a presença do secretário municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável, reforçando o alinhamento entre poder público e iniciativa privada para acelerar investimentos e reduzir barreiras.

Justus é sócio majoritário e CEO da SteelCorp, empresa brasileira especializada em construção industrializada com estrutura em aço galvanizado e tecnologia Light Steel Frame. A proposta é iniciar os investimentos por meio de uma construtora local e, com o crescimento da demanda, viabilizar futuramente uma unidade fabril em Campo Grande — o que amplia o potencial de geração de empregos e consolida a cidade como polo de produção e distribuição.

“Há um déficit habitacional na região e o interesse do poder público em facilitar a vinda de empresas. A nossa ideia é fazer casas populares, com um sistema moderno e rápido”, afirmou Justus, destacando também a localização estratégica de Mato Grosso do Sul.

 

Emprego local, capacitação e possibilidade de fábrica na Capital

No início, as estruturas devem ser trazidas de São Paulo para montagem em Campo Grande, priorizando mão de obra local. “Nós vamos treinar pessoas. Não vou trazer pessoas, vou trazer os produtos para cá e fazer as montagens aqui. E, com a demanda crescendo, a gente viabiliza uma fábrica mais à frente”, explicou o empresário.

A perspectiva é que a iniciativa, já na fase inicial, gere impacto direto na economia da cidade. Segundo o empresário Luiz Gustavo Cesari, há parceria com incorporadora que atua em Campo Grande e a demanda deve começar com 5 mil unidades, sendo que em uma única área o projeto prevê 3,5 mil moradias. A estimativa é de pelo menos 400 empregos com o investimento, e a meta é iniciar obras no segundo semestre de 2026.

Programas municipais ajudam a transformar investimento em resultados

O presidente da Câmara, Papy, reforçou que Campo Grande está aberta a novos negócios e que cabe ao poder público criar mecanismos para receber investimentos, seja com legislações, seja com ações do Executivo, para que isso se traduza em oportunidades reais para a população.

O vereador destacou ainda o peso social do investimento em habitação: com alternativas mais modernas, rápidas e de menor custo, cresce a chance de reduzir o impacto do aluguel e facilitar o acesso à moradia para famílias que hoje enfrentam dificuldade.

Nesse cenário, a Câmara tem avançado em modernizações de legislações que estimulam novos empreendimentos, como o Habita+CG, voltado a novos conjuntos habitacionais, e alterações no Prodes (Programa de Incentivo para o Desenvolvimento Econômico), ampliando a competitividade e a atratividade de Campo Grande.

 

Reconhecimento institucional e visão estratégica: Rota Bioceânica e demanda por moradia

Durante a visita, Roberto Justus recebeu o título de Visitante Ilustre de Campo Grande, por proposição do vereador Dr. Lívio, aprovada em Plenário, em reconhecimento à trajetória empresarial e à relevância nacional nas áreas de empreendedorismo, administração, comunicação e desenvolvimento econômico.

Dr. Lívio ressaltou a confiança no potencial da Capital: “Campo Grande tem um potencial grande para que esse investimento aconteça. É a capital da Rota Bioceânica e pode ser um nome de distribuição para todo o Centro-Oeste”. Ele lembrou ainda a demanda por moradia social, estimada em 30 mil casas, e citou que uma unidade fabril pode ter capacidade de produção de até 10 mil casas por ano.

No conjunto, a articulação mostra como o bom momento econômico do Estado — com segurança para investir, políticas de incentivo e visão de futuro — pode se refletir diretamente em soluções para o dia a dia: mais casas, mais empregos e mais dignidade para as pessoas.

 

Fonte: Câmara Municipal de Campo Grande


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