Projeto cria hortas agroecológicas em comunidades indígenas urbanas de MS

POSTADO EM.: 12 de dezembro de 2018 ...

Não é ensinar a pescar, é contribuir para uma pesca melhor. É assim que o projeto Agricultura Periurbana vai atuar em Comunidades Indígenas de Mato Grosso do Sul.

O projeto visa levar geração de renda de forma sustentável às famílias indígenas moradoras das cidades e regiões periféricas das cidades de MS e começa a ser implantado por Campo Grande, Sidrolândia e Anastácio.

O projeto Agricultura Periurbana em Comunidades Indígenas de Mato Grosso do Sul, desenvolvido em parceria da UFMS com o Governo do Estado foi lançado nessa segunda-feira (10.12), em solenidade na Universidade.

A iniciativa fortalece e dá melhores condições de vida às comunidades, além de atender ao menos duas metas da Organização das Nações Unidas (ONU) dentro do programa de Estratégia e Plano de Ação Nacionais para a Biodiversidade (Epanb): Meta 4 “Produção e consumo sustentáveis” e a Meta 18 “Respeito às populações e conhecimentos tradicionais – Fortalecimento dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais”. A ONU estipulou 20 metas no programa Epanb para serem alcançadas até 2020, em todo o planeta.

O projeto

O Projeto consiste na construção de hortas comunitárias agroecológicas que será trabalhada de forma comunitária, beneficiando todos os moradores da localidade atendida, e persegue o modelo de produção sustentável, com economia de energia, água, manejo de pragas, sem uso de fertilizantes e defensivos químicos.

As comunidades receberão estrutura e equipamentos de estufa, telas, irrigação, insumos, sementes e ferramentas. Nas estufas a ideia é produzir mudas que serão transplantadas nos canteiros telados. Além de terem a ajuda e orientação de engenheiros agrônomos para a melhoria da produtividade e gestão da produção.


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